Contar e ouvir histórias,são umas das atividades mais antigas do homem. A alegria e o aconhego de ouvir histórias sempre estiveram presente nas mais diferentes culturas e épocas.
...é chegar, sentar e ouvir a história!
terça-feira, 28 de março de 2017
EU NEM OLHAVA
,Ela andava com dificuldade. Eu ao acaso, A cada árvore ou poste se amparava. Do outro lado da rua , eu observava.Atravessei fiquei lado lado.
Precisa de uma ajudinha.
Não!
Moro ali um pouco mais a frente. Observei seus rosto,a senhora é muito simpática. Obrigado. E você bonita. Trocando os adjetivos . Igual aquela flor. Estávamos diante de um portão de ferro enferrujado duma residência tipo abandonada com o capim nas altura.Que flor a senhora está vendo?Aquela pequenina azul ali.Notei que ela já conhecia o local. São flores do capinzal, são realmente lindinha tem um amarelinho no miolo.
Tu conheces ! Quando era criança brincava de fazer comidinha com elas, parecia minhas amiguinhas. Eu nem as olhava, aqui já teve flores lindas hoje só restam essas . Continuamos caminhando.autor; Delma ( * * ) ........minhas amadas rainha reis príncipes e processas súditos em fim todo o Reino. bjs..
segunda-feira, 20 de março de 2017
PRINCESAS NO AR
Dani quando você soltar leva este material para encadernar. Não posso. Porque? Não vou soltar ali vou dois pontos a frente.
Pô Dani! Leva la vai. To ti dizendo que não vou soltar naquele ponto.
Ta vendo mãe, a má vontade dela. Não chateia eu não vou soltar na quele ponto e pronto.
Vai fazer o que posso saber bonita.Vou compra um arquinho pro meus cabelos,desses floradinhos. Compra um pra mim também. Só o arquinho lindinha não quer as asinhas não. Vê se voa e some... Dani! Autor: Delma (* * ) Um carinho não faz mal. bjs
quarta-feira, 15 de março de 2017
O BOTO E A ESTRELA
Era uma vez um boto esportivo e sonhador. Saltava fora da água e imaginava que era bicho voador, pelo meio das aves, ao lado dos cascos das naves. Num desses salto, de repente, apaixonou-se. Não foi por uma bota nem por uma bota nem por uma gaivota de mergulho e cambalhotas.
Foi por uma luz que deslizava no céu. Já imaginou? Boto apaixonado por cometa ou avião? Na verdade foi por uma estrela cadente. Volta e meia, quando ele saltava de noite, via seu amor que lá do alto brilhava. E que passava. E cada vez a paixão aumentava. Os amigos davam palpite: _Canta pra ela_ disse o siri; _E jogue um beijo. Faça serenata _ sugeriu o caranguejo _ Pule bem alto _ Propôs o mergulhão. -Faça acrobacias - falou o mexilhão. Ele tentou tudo , mas nada deu certo. Não havia jeito de trazer a estrela para perto. Os bichos que só ficavam no fundo da areia nem sabiam se a tal estrela era bonita ou feia, davam informações desencontradas. _ Vá perto da gruta, ela está lá mas era só uma estrela - do -mar.
No meio dos mastros do navio afundado, viu um brilho diferente, mas era só um peixe fosforescente.
Até que um dia,vendo um anzol na água, o boto teve uma ideia para acabar com sua mágoa. Claro, uma pescaria! Com anzol, a estrela vinha... E o boto começou a procura uma linha procurou junto ao cais as cordas de amarrar barcos eram grossas demais. Puxou a barba do camarão mas aquele fiapo não aguentava nada pediu as fibras das algas dançarinas, mas elas eram curtas e finas. Foi então que viu a linha perfeita. No horizonte, separando o céu do mar. E começou a nadar nadou , nadou e lá não chegou mesmo com esforço constante o horizonte ficava mais distante!
Quantas coisas bonitas no caminho! Conchas lulas, medusas pérolas, tesouros, peixinhos e peixões mais para cima aves boias cais faróis rochedos, praias coqueirais. Quanta beleza. E no meio da procura o boto se distraiu e foi esquecendo a estrela, com tanta beleza que viu, ou então foi só mudando, vendo em cada coisa bela um pouco da formosura que tinha encontrado nela.
Quando menos esperou tinha mudado de amor. O boto e a estrela é parte do conto do livro Quem perde ganha Aut. Ana Maria Machado (1985) Uma forma sensível de falar sobre perdas (* * ) com carinho para todos
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