Contando para os pequeninos...
Um bichinho no telhado
Tem um bicho em cima do telhado.
Ele é todo peludinho e faz um barulhinho...
_ Venha aqui bichinho, está ventando muito aí!
_Venha aqui bichinho, o sol está quente aí !!
_Venha aqui bichinho, olha o gato aí !!
_Por ai, passa sempre um gatão !!
_Olha, não estão me reconhecendo??
como um gatinho, sou um bicho não identificado.
Que bichinho será este ?
É o que você quiser...
*** Aí pequeninos, um bichinho no telhado !autora: Delma Carlota
Contar e ouvir histórias,são umas das atividades mais antigas do homem. A alegria e o aconhego de ouvir histórias sempre estiveram presente nas mais diferentes culturas e épocas.
...é chegar, sentar e ouvir a história!
sexta-feira, 14 de março de 2014
sábado, 4 de janeiro de 2014
Lance Antigo.
Os heróis do antigo futebol
Augusto Frederico Schmidt
Depois de terem entrado em campo, na tarde de 20 do corrente, os jogadores da equipe que iam disputa a última partida do campeonato de 1953- o Flamengo e o Botafogo - teve lugar uma cerimônia tocante, promovida pelo Correio da Manhã.
O pretexto era a apresentação dos uniformes com que vão peleja, no próximo campeonato mundial, a realizar-se na Suíça, os elementos do nosso selecionado: um helicóptero aterrissou, em pleno Maracanã, trazendo a bordo um cadete da Escola Milita das Agulhas Negras, comissionado por seus companheiros para entregar a bandeira do Brasil aos nossos desportistas em excursão à Europa. Tornara-se festa cívica, havia uma banda milita executando dobrados, o povo estava excitado, a torcida mengo tornara-se extraordinariamente quente e ritmava os seus aplausos e grito de entusiasmo. De repente o rádio anunciou uma grande surpresa: esse jornal tivera a ideia de convocar ao jogadores do campeonato sul-Americano de 1919, os velhos leões do futebol brasileiro. Sete compareceram, atendendo ao chamado. E um por um, anunciados pelo alto-falante, foram entrando no nosso gramado.
Eram algumas figuras inesquecíveis do nosso esporte. Vi, então, Marcos Carneiro de Mendonça, o outrora glorioso goleiro do Fluminense, alto, conservado apesar da idade, o porte varonil e a inalterável elegância, chegar, o primeiro, debaixo de aplausos. Em seguida, outros nomes foram anunciados- Píndaro, zagueiro do Flamengo e companheiro de Néri; os grandes paulistas campeões, Neco, Heitor, Amílcar, Fredenrich, Arnaldo, Bianco...
Quatro campeões deixaram de comparecer. Por quê? Fortes não quis, certamente, vir; era um medico extraordinariamente ágil, meio moleque em campo, sempre brincando; creio que não veio só por vaidade, pois sempre o encontro na Rua Quitanda, do quarteirão do Café.
o estádio do Maracanã estava cheio, mas eram moços quase todos assistentes.
Gente da minha idade, talvez uns dez por cento. Os nomes que iam sendo mencionados ao microfone significavam, para a grande maioria dos que ali estavam, nomes históricos do futebol nacional, lidos algumas vezes em jornais, personagens da evocação de Mário Filho - este, meu conhecido desde menino de Copacabana, e hoje muito avô. eram, sim, figuras históricas, quase fundadoras do futebol em nossa terra, nossos primeiros jogadores de classe, gloriosos nomes que aquela multidão excitada conhecia por tradição. Pra mim, entretanto, eram figuras bem vividas, heróis de minha meninice ressurgindo! Quando os vi aparecer, já todos eles com mais de cinquenta anos, alguns como cabelos brancos, senti ressoar em minha lembrança os gritos, os ruídos, os aplausos dos dias longínquos de trinta e cinco anos atrás, quando o association era jogado por amadores. Ali estavam os veteranos, mas, vendo-os e sonhando, cuidei que tornava a uma outra vida: Marcos Píndaro, Amílcar, Friendenreich, Arnaldo, Bianco, Heitor e o velho Neco... admiráveis todos, recuperavam subitamente o jeito perdido de correr e atuar. Espremido, o rosto colado á tela de arame que isolava o antigo campo Fluminense, eis que me reencontro a mim próprio, aos meus treze anos de idade: a partida final contra os argentinos (terá sido mesmo contra os argentinos?) prorrogara-se além do tempo normal, por este combinado que não haveria empate... e de repente Friendenreich atira ao gol, marcando a vitória e acendendo a grande emoção, de caráter nitidamente patriótico - o triunfo do Brasil era o que importava, acima de tudo!
(O Galo Branco, páginas de memórias - Rio, 1957)
domingo, 15 de dezembro de 2013
Contando continhas
Era uma vez
Era uma vez o
nascimento de um menino que veio para salvar o mundo.
Jesus!
Você conhece histórias que
iniciam com a expressão "Era uma vez ?"
Elas retratam situações reais ou
do mundo da imaginação...
Quem nunca sonhou com animais que
falam, com objetos mágicos ou com príncipes e princesas?
Só que na história do
menino Jesus, é para nos acompanhar sempre e isso é
encantador e inesquecível!!
O maior no reino dos céus
Naquela mesma hora,chegaram os
discípulos aos pés de Jesus, dizendo:
_ Quem é maior no reino dos céus?
E Jesus chamando uma criança , a
pôs no meio deles (...) Mateus cap18. v. 1 /22
********** Feliz Natal************Sonhos no Novo
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Estação flores
Mais um?
Quem é que vai recusar
um poema lambuzado,
todo lampeiro e abusado,
feito de risos e rimas,
com chocolate por cima?
Quem é que nunca repete
de cor e de salteado
um poeminha gozado,
guloso que pinta o sete,
mas, quando pinta um biscoito,
perde a conta e pinta o nove?
Me diz quem é que devolve
um poema brincalhão,
desses que acaba na mão
e a gente engole inteiro
como engole um brigadeiro?
Quem vai deixar pra amanhã
um poema com recheio,
gostoso feito um passeio
num carrinho de rolimã
rolando de rima e de rir?
Vai outro poema ai?
(Leo Cunha. poemas lambuzados.)
Atenção meninos tomem um banho de poesias nesta estação.
Direto pro coração
Dois
A turma inteira já estava escrevendo quando eu percebi que a professora estava só olhando para mim.
Quando um professor fica só olhando para você é porque você esta fazendo
(...)
Peguei a caneta. Eu nem sabia mais segurar direito a caneta. Escrevi:
Minhas férias
(...)
Troquei a caneta por um lápis, assim se a letra ficasse horrível era so apagar em vez de ter que arranca outra folha.
Coloquei as minhas férias lá no alto e bem no meio da página. Pulei uma linha.
Paragrafo.
(Christiane Gribel. Minhas férias, pula uma linha, paragrafo.)
Você..........você...........você! vida.
Mais um?
Quem é que vai recusar
um poema lambuzado,
todo lampeiro e abusado,
feito de risos e rimas,
com chocolate por cima?
Quem é que nunca repete
de cor e de salteado
um poeminha gozado,
guloso que pinta o sete,
mas, quando pinta um biscoito,
perde a conta e pinta o nove?
Me diz quem é que devolve
um poema brincalhão,
desses que acaba na mão
e a gente engole inteiro
como engole um brigadeiro?
Quem vai deixar pra amanhã
um poema com recheio,
gostoso feito um passeio
num carrinho de rolimã
rolando de rima e de rir?
Vai outro poema ai?
(Leo Cunha. poemas lambuzados.)
Atenção meninos tomem um banho de poesias nesta estação.
Direto pro coração
Dois
A turma inteira já estava escrevendo quando eu percebi que a professora estava só olhando para mim.
Quando um professor fica só olhando para você é porque você esta fazendo
(...)
Peguei a caneta. Eu nem sabia mais segurar direito a caneta. Escrevi:
Minhas férias
(...)
Troquei a caneta por um lápis, assim se a letra ficasse horrível era so apagar em vez de ter que arranca outra folha.
Coloquei as minhas férias lá no alto e bem no meio da página. Pulei uma linha.
Paragrafo.
(Christiane Gribel. Minhas férias, pula uma linha, paragrafo.)
Você..........você...........você! vida.
sábado, 8 de junho de 2013
Contando pra os pequeninos
Fada das flores
Aquele era um dia muito quente e a fada das flores estava preocupada.
- Todas as flores do jardim estão murchando. Preciso fazer alguma coisa
-Disse ela.
Então, a fada das flores voou ao redo do jardim, procurou por ajuda.-Vocês poderiam me ajudar? As flores estão murchando!
-Falou para as abelhas. Mas elas apenas zumbiram.
A fada das flores pediu ajuda às borboleta.
Vocês poderia me ajuda?
As flores estão murchando! Mas as borboletas apenas balançaram suas asas.
Já sei! -Falou a fada. Então, ela agitou sua varinha até uma suave brisa soprar fofas nuvens pelo céu.
A fada das flores sentiu gotas de água caírem das nuvens.
Começou a chover.
Logo, todas as flores do jardim estavam novas e brilhando novamente.
ED. Ciranda cultural.
Ai moçada !
A eu não lembrava
* o rato ´um mamífero roedor
* elefante, animal mamífero,
* o morcego mama e voa
* a foca mama na água e passeia na terra
D+
Se o sol fosse oco, ou seja, vazio, caberiam dentro dele mais de um milhão de terras.
* poderoso ! Quem fez é mais.
Fada das flores
Aquele era um dia muito quente e a fada das flores estava preocupada.
- Todas as flores do jardim estão murchando. Preciso fazer alguma coisa
-Disse ela.
Então, a fada das flores voou ao redo do jardim, procurou por ajuda.-Vocês poderiam me ajudar? As flores estão murchando!
-Falou para as abelhas. Mas elas apenas zumbiram.
A fada das flores pediu ajuda às borboleta.
Vocês poderia me ajuda?
As flores estão murchando! Mas as borboletas apenas balançaram suas asas.
Já sei! -Falou a fada. Então, ela agitou sua varinha até uma suave brisa soprar fofas nuvens pelo céu.
A fada das flores sentiu gotas de água caírem das nuvens.
Começou a chover.
Logo, todas as flores do jardim estavam novas e brilhando novamente.
ED. Ciranda cultural.
Ai moçada !
A eu não lembrava
* o rato ´um mamífero roedor
* elefante, animal mamífero,
* o morcego mama e voa
* a foca mama na água e passeia na terra
D+
Se o sol fosse oco, ou seja, vazio, caberiam dentro dele mais de um milhão de terras.
* poderoso ! Quem fez é mais.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
ATENÇÃO MENINOS !!!
Contando conversinha sim senhor !!!
Vinicius de Moraes, lembramos de seu centenário!
Pátria minha
Vontade de beijar os olhos de minha pátria
De niná-la, passar-lhe a mão pelos cabelos...
Vontade de mudar as cores do vestido(auriverde!) tão feias
de minha pátria, de minha pátria sem sapatos
E sem meias, pátria minha
Tão pobrinha1
Vinicius de Moraes
Pensando Flor?
Se eu fosse apens ums rosa,
com que prazer me desfolhava,
já que a vida é tão dolorosa
e nem te sei dizer mais nada!
Cecília Meireles
Meninas:
Motivo - razão ou causa
Os três É sempre bom sonhar
Contando conversinha sim senhor !!!
Vinicius de Moraes, lembramos de seu centenário!
Pátria minha
Vontade de beijar os olhos de minha pátria
De niná-la, passar-lhe a mão pelos cabelos...
Vontade de mudar as cores do vestido(auriverde!) tão feias
de minha pátria, de minha pátria sem sapatos
E sem meias, pátria minha
Tão pobrinha1
Vinicius de Moraes
Pensando Flor?
Se eu fosse apens ums rosa,
com que prazer me desfolhava,
já que a vida é tão dolorosa
e nem te sei dizer mais nada!
Cecília Meireles
Meninas:
Motivo - razão ou causa
Os três É sempre bom sonhar
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
A primeira do ano.
Fantasmas Chateados
Rogério borges--------Fantasamas chateados
Atenção moçada-------Cada coisa no seu lugar na hora certa e no momento certo, fica melhor assim.
Ela entrou. Subiu a escada, curiosa para saber de onde vinha aquele gemido.
Camila ficou gelada quando ouviu aquele UUUUUU, Que saia do velho quarto. Olhando la dentro, não acreditou, dois fantasma conversando se queixando assim:UUUUU.
Eles não viram Camila e, muito tristes, contavam casos:
_ Que solidão! Como é chato ser fantasma.
Ninguém liga mais, ninguém toma susto...
- É mesmo. Fantasma é coisa de antigamente. Que falta de respeito!
Camila, sem fôlego, ouviu aquele papo fantasma!
- O terro virou moda. O pessoal adora filmes de espanto!
-Pois é! Usam esses penteados punk, pinturas na cara, roupas dark e houvem rock- horror!
Até novela de vampiro já fizeram! Assim não temos chance.
_Ontem fui assombra a vizinha e levei a maior bronca:"Luizinho não suje o lenço!!"
_Pô meu!E eu, lá no escuro do cinema, querendo prega um susto. Pensaram que eu fosse anúncio de filme de ficção!
_UUUUUUUUU!!!!!Que humilhação! Vamos pra o cemitério curtir mágoas numa cova funda!
Camila desceu a escada. Foi para casa de cabelo em pé. Não conseguiu dormi. Que medão!
Mas também que pena! Até assombração merecia ser feliz,
De repente teve uma idéia fantasmagórica! O parque de diversão ficava perto do casarão... e então!...
Na outra noite, Camila voltou e gritou bem alto:
_ Seu fantasma bobão! Cara de melão! Não me pega não!
Lá de cima veio um UUUUU! Muito ofendido!! A menina correu em direção ao parque. Atrás dela vinham os fantasmas:
_ Pare, menina atrevida! vou lhe passar um sermão sobrenatural. Um pito paranormal.
Camila entrou voando no parque, e os fantasmas vieram atrás. Ela saiu pela frente, mas elas não.
Foi por ali mesmo que eles quiseram ficar. A menina havia levado seus "amigos solitários" para a casa de terro do parquinho. Num lucar cheio de pessos que se divertiam com sustos, eles pediam esbanjar seus dons fantasmagoricos!
As pessoas riam com os sustos de brincadeira, e Camila pensava:
-Se eles soubessem que aqui tem fantasma de verdade.....
Rogério borges--------Fantasamas chateados
Atenção moçada-------Cada coisa no seu lugar na hora certa e no momento certo, fica melhor assim.
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